Eu nunca aceitei essa história que vejo em filmes de amores impossíveis, da mocinha que não pode por algum motivo ficar com o mocinho, de pessoas que parecem nunca conseguirem se entender pra finalmente ter o tão esperado final feliz. Dizem que o amor é o mais importante e supera qualquer coisa se for verdadeiro, por isso não me conformo com histórias de amor que não dão certo, que saem do eixo por causa de coisas aparentemente bobas, como mentirinhas do mocinho, apostas mal pensadas, e essas coisas. Mas vai ser a mocinha, vai...ai você vai ver como o roteiro muda rapidamente e o q parecia idiota toma grandes proporções!
Eu conto...o amor não basta, a mentira não é esquecida, você pode sim ver seu amor vivendo bem na sua frente uma vida que deveria estar ligada a sua, pode sim ser proibido (talvez pelo sacana Destino!) todo aquele amor, e também pode ser que não tenha chegado a hora. Mas vou contar também que, ele não passa, você pode se distrair mas você vira e mexe vai sentir, você vai lembrar dos beijos, dos olhares, do corpo, do toque, da temperatura...vai sim...!E vai doer, e vai arder, e vai queimar, e vai agoniar, e vai suspirar e vai revirar quantas vezes precisar.
Continuo odiando essa historinha, mas hoje eu acredito.
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
domingo, 16 de outubro de 2011
MAIS...mas mais o q?!
Cristina não podia evitar seus pensamentos e então, pensava se seria sempre assim...
Cristina sempre havia de querer mais...mais felicidade, mais amor, mais atenção, mais dinheiro, mais poder, mais, mais, mais. Ela se perguntava se MAIS significava a felicidade ou se MAIS era só o que ela necessitava para preencher um buraco faminto e insaciável que existia dentro dela. Um eterno dilema entre seguir o que manda o figurino ou rasgar todo aquele figurino e sair pelada mesmo. Talvez eu a entendesse e definisse esse dilema como algo parecido com uma briga entre razão e emoção. Cristina sempre viveu das suas emoções, e nem ela sabe ao certo o que houve, mas a algum tempo parecia ser toda razão...e agora sim poderiam dizer, literalmente, que ela era "A Dona da Razão".
Por ora Cristina ainda se descontrola, passa momentos pensando em como seria se ela tivesse ido embora...ela senti que pertence ao mundo, e é como se uma bexiga de gás Hélio ficasse presa a uma cadeira, pronta pra voar ao menor descuido. Ela senti que conhece tudo aquilo que ela já viu em fotos, ela senti que já viveu tudo aquilo, e isso faz Cristina transbordar.
Cristina já gritou, xingou, esbravejou, chutou tudo por muito menos...não pensou em futuros que pareciam estar escritos para sua personagem, e agora veja só! Ela tinha um velho conhecido que pelas últimas vezes disse a ela que essa vida não seria o suficiente para segurá-la, que suas emoções eram quem ela era, mas ela deu de ombros e ensisti que ela pode se moldar tanto a personagem atuada de forma a se tornar ela, mas assim que o viu, se lembrou de tudo que havia escutado...ela engoliu a seco suas emoções e se viu como um animal criado em cativeiro. Naquele momento, Cristina sentiu a sua alma querendo rasgar aquele corpo, mas sua postura era impecável...pelo menos para os que não lhe conheciam o âmago! Aquele...conhecia, e já havia provado isso, ela então se tornou vulnerável em um pequeno espaço de tempo ali, mas dentro dela ela poderia ter se tornado vulnerável por muito mais tempo do que ela gostaria.
Não era muito sensitível, não tinha esses negócios que toda mulher diz ter para sexto sentido, mas dessa vez ela pôde...era a sua essência o que ela sentia! E se lembrou do quanto havia sofrido, e conseguiu obter uma resposta para tudo que aconteceu, para toda aquela intensidade de alegrias e tristezas, como jamais tinha sentido, e era claro, era o mais perto que já haviam chegado de sua essência, do conhecimento mais profundo sobre quem era Cristina. Isso era o que para ela lhe faria mais falta ao longo de sua caminhada pela vida.
O maior defeito de Cristina sempre foi seu medo e foi assim que ela se encheu de sua razão, acreditando que a emoção te arrastaria pelos cabelos...mas quem disse que Cristina não gostava que lhe pegassem pelos cabelos?!
Nada cabia em seus sonhos pois ela tinha muitos deles, e eles se misturavam e faziam de Cristina uma multifacetada que sempre procurava mais...mais um significado, mais uma vida!
Apesar das leis lhe dizerem sobre o atento ao pudor, Cristina ainda pensa em se despir e mostrar que ela nunca esteve sob controle!
Cristina sempre havia de querer mais...mais felicidade, mais amor, mais atenção, mais dinheiro, mais poder, mais, mais, mais. Ela se perguntava se MAIS significava a felicidade ou se MAIS era só o que ela necessitava para preencher um buraco faminto e insaciável que existia dentro dela. Um eterno dilema entre seguir o que manda o figurino ou rasgar todo aquele figurino e sair pelada mesmo. Talvez eu a entendesse e definisse esse dilema como algo parecido com uma briga entre razão e emoção. Cristina sempre viveu das suas emoções, e nem ela sabe ao certo o que houve, mas a algum tempo parecia ser toda razão...e agora sim poderiam dizer, literalmente, que ela era "A Dona da Razão".
Por ora Cristina ainda se descontrola, passa momentos pensando em como seria se ela tivesse ido embora...ela senti que pertence ao mundo, e é como se uma bexiga de gás Hélio ficasse presa a uma cadeira, pronta pra voar ao menor descuido. Ela senti que conhece tudo aquilo que ela já viu em fotos, ela senti que já viveu tudo aquilo, e isso faz Cristina transbordar.
Cristina já gritou, xingou, esbravejou, chutou tudo por muito menos...não pensou em futuros que pareciam estar escritos para sua personagem, e agora veja só! Ela tinha um velho conhecido que pelas últimas vezes disse a ela que essa vida não seria o suficiente para segurá-la, que suas emoções eram quem ela era, mas ela deu de ombros e ensisti que ela pode se moldar tanto a personagem atuada de forma a se tornar ela, mas assim que o viu, se lembrou de tudo que havia escutado...ela engoliu a seco suas emoções e se viu como um animal criado em cativeiro. Naquele momento, Cristina sentiu a sua alma querendo rasgar aquele corpo, mas sua postura era impecável...pelo menos para os que não lhe conheciam o âmago! Aquele...conhecia, e já havia provado isso, ela então se tornou vulnerável em um pequeno espaço de tempo ali, mas dentro dela ela poderia ter se tornado vulnerável por muito mais tempo do que ela gostaria.
Não era muito sensitível, não tinha esses negócios que toda mulher diz ter para sexto sentido, mas dessa vez ela pôde...era a sua essência o que ela sentia! E se lembrou do quanto havia sofrido, e conseguiu obter uma resposta para tudo que aconteceu, para toda aquela intensidade de alegrias e tristezas, como jamais tinha sentido, e era claro, era o mais perto que já haviam chegado de sua essência, do conhecimento mais profundo sobre quem era Cristina. Isso era o que para ela lhe faria mais falta ao longo de sua caminhada pela vida.
O maior defeito de Cristina sempre foi seu medo e foi assim que ela se encheu de sua razão, acreditando que a emoção te arrastaria pelos cabelos...mas quem disse que Cristina não gostava que lhe pegassem pelos cabelos?!
Nada cabia em seus sonhos pois ela tinha muitos deles, e eles se misturavam e faziam de Cristina uma multifacetada que sempre procurava mais...mais um significado, mais uma vida!
Apesar das leis lhe dizerem sobre o atento ao pudor, Cristina ainda pensa em se despir e mostrar que ela nunca esteve sob controle!
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Bem Vindo 2011
Voltei...
E é como dizem:
Ano Novo, Vida Nova!
Eu andei sem muita inspiração, meus últimos posts estão amargurados e se eu não me conhecesse poderia afirmar que sou uma professora "Betty A Feia", gorda, cheia de gatos, mal-comida (ou Nada-comida), viciada em seriados de TV, sem vida social!
Pois tenho uma notícia que pode ser boa pra uns e um tanto quanto chata pra outros...
Este não será o meu fim!!! HA HA HA
Planejei um fim brilhante para a minha personagem, tão bom que nem Manoel Carlos pensaria em tal coisa!rs
Pois bem, sem mais sobre mim, vamos ao que interessa!
Tenho uma história de Ano Novo para lhes contar, e é mais ou menos assim...
Ao pensar sobre as possibilidades existentes para seu Reveillon, ela decidiu talvez por preguiça e comodidade repetir o lugar onde já havia estado no ano anterior, mesmo que isso contratiasse suas supertições de que nada que foi feito na virada do ano anterior deveria ser repetido já que o ano não havia sido dos melhores. Porém, para compensar ela prometeu a si mesma que faria todas as principais simpatias que ela conhecia para começar um bom ano. E assim foi, comeu a lentilha, deu o primeiro abraço em um amigo querido, brindou com champagne e vibrou muito a chegada do novo ano ao lado de pessoas que se sentia bem.
Ela sentia que algo estava melhor, a virada foi muito mais agradável que a anterior e o primeiro dia do ano então...Nooossa, sem comparações, já que no ano passado ela passou chorando e tomando um porre pra esquecer as lamurias que lhe acompanhavam.
Em todos os lugares ela procurava por mudanças, procurava algum sinal de que as coisas mudariam mesmo na passagem de um ano para o outro. Ela só não havia percebido que as mudanças começam da gente, da nossa mudança de postura, atitude e pensamento!
Os dias iam passando e janeiro já estava a vontade quando alguém apareci e de forma tão sutil e natural faz através de sua coragem lhe surgir coragem...e é na mudança do outro que ela vê força pra começar a mudança nela. Diz ela que não sabe bem como foi, em que momento, mas de repente ela não tinha mais medo de arriscar e resolveu recomeçar.
A decisão era tão certa que nem uma lágrima escorreu...e a partir daquilo se Chico à visse diria que "então ela se fez bonita como há muito tempo não queria ousar".
Percebeu que seu Ano Novo esperava apenas a sua mudança chegar para abrir a porta para sua Vida Nova. E como em um passe de mágica (assim como ela gosta de definir) tudo fluiu, tudo que ela desejou estava bem diante dela, da forma mais clara e rara.
Neste meio tempo, se lembrou de que as duas principais e mais importantes supertições que ela tinha de Reveillon não tinham sido cumpridas, mas na primeira oportunidade lá estava ela sob um céu de estrelas, aquela lua que brilha lá no céu, pulando as tão preciosas sete ondinhas!
E adivinhem?! Horas mais tarde...apenas horas depois, ela cumpre a última e tão esperada supertição que faltava...o primeiro beijo do ano!
"Ela acreditava em anjo e, porque acreditava, eles existiam." (Clarice Lispector)
E é como dizem:
Ano Novo, Vida Nova!
Eu andei sem muita inspiração, meus últimos posts estão amargurados e se eu não me conhecesse poderia afirmar que sou uma professora "Betty A Feia", gorda, cheia de gatos, mal-comida (ou Nada-comida), viciada em seriados de TV, sem vida social!
Pois tenho uma notícia que pode ser boa pra uns e um tanto quanto chata pra outros...
Este não será o meu fim!!! HA HA HA
Planejei um fim brilhante para a minha personagem, tão bom que nem Manoel Carlos pensaria em tal coisa!rs
Pois bem, sem mais sobre mim, vamos ao que interessa!
Tenho uma história de Ano Novo para lhes contar, e é mais ou menos assim...
Ao pensar sobre as possibilidades existentes para seu Reveillon, ela decidiu talvez por preguiça e comodidade repetir o lugar onde já havia estado no ano anterior, mesmo que isso contratiasse suas supertições de que nada que foi feito na virada do ano anterior deveria ser repetido já que o ano não havia sido dos melhores. Porém, para compensar ela prometeu a si mesma que faria todas as principais simpatias que ela conhecia para começar um bom ano. E assim foi, comeu a lentilha, deu o primeiro abraço em um amigo querido, brindou com champagne e vibrou muito a chegada do novo ano ao lado de pessoas que se sentia bem.
Ela sentia que algo estava melhor, a virada foi muito mais agradável que a anterior e o primeiro dia do ano então...Nooossa, sem comparações, já que no ano passado ela passou chorando e tomando um porre pra esquecer as lamurias que lhe acompanhavam.
Em todos os lugares ela procurava por mudanças, procurava algum sinal de que as coisas mudariam mesmo na passagem de um ano para o outro. Ela só não havia percebido que as mudanças começam da gente, da nossa mudança de postura, atitude e pensamento!
Os dias iam passando e janeiro já estava a vontade quando alguém apareci e de forma tão sutil e natural faz através de sua coragem lhe surgir coragem...e é na mudança do outro que ela vê força pra começar a mudança nela. Diz ela que não sabe bem como foi, em que momento, mas de repente ela não tinha mais medo de arriscar e resolveu recomeçar.
A decisão era tão certa que nem uma lágrima escorreu...e a partir daquilo se Chico à visse diria que "então ela se fez bonita como há muito tempo não queria ousar".
Percebeu que seu Ano Novo esperava apenas a sua mudança chegar para abrir a porta para sua Vida Nova. E como em um passe de mágica (assim como ela gosta de definir) tudo fluiu, tudo que ela desejou estava bem diante dela, da forma mais clara e rara.
Neste meio tempo, se lembrou de que as duas principais e mais importantes supertições que ela tinha de Reveillon não tinham sido cumpridas, mas na primeira oportunidade lá estava ela sob um céu de estrelas, aquela lua que brilha lá no céu, pulando as tão preciosas sete ondinhas!
E adivinhem?! Horas mais tarde...apenas horas depois, ela cumpre a última e tão esperada supertição que faltava...o primeiro beijo do ano!
"Ela acreditava em anjo e, porque acreditava, eles existiam." (Clarice Lispector)
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