Eu não jogo pra perder...nunca. Eu estou jogando porque eu sei da minha capacidade, porque eu sei que existe a chance de eu ganhar, senão eu nem daria minha cara a tapa.
A vida é um jogo, e se eu to aqui é porque eu posso.
As vezes eu nem quero mais brincar disso, mas quem disse que dá pra desistir desse "Jogo da Vida".
O mundo é puto, o mundo é podre. O jeito é se acostumar, fingir que não vê, não ouve e não sabe de nada. E eu juro que vou me fazer de "café com leite", meu secador já esquenta o bastante diariamente minha cabeça.
Nem bem termino essa frase e ja mudei de idéia, é a minha bipolaridade que age incansavelmente sobre mim. Eu sempre amei jogos, sejam eles de tabuleiro ou de amor. Aliás, nesse "Jogo da Vida" essa palavra se tornou proibida, amor; quase que a palavra Valdemort no mundo de Harry Potter.
Mas voltando aos jogos, desde pequena eu sou intolerante e nunca admiti a perda, então assim que via o jogo perdido eu virava a mesa, bagunçava as cartas ou o tabuleiro. Esses dias tive a sensação de continuar a ter a mesma reação ao sentir que havia perdido. Mas eu não virei a mesa dessa vez, mesmo porque o jogo é em dupla e eu dependo de mais alguém pra ganhar essa...deixei nas mãos da minha dupla o caminho a seguir, fiz a minha parte, dei a dica, avisei e criei uma estratégia, nada mais posso fazer, pois não se pula a vez do amigo.
Essa semana ganhei uma batalha, mas acredita que perdi a guerra?! Eu me rendi, me entreguei.
O que me conforta é que eu nunca fui de perder, e as poucas vezes que isso me aconteceu eu ganhei alguma...por nocaute.
Nenhum comentário:
Postar um comentário